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Re: Portuguese>English translators

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Posted by Michael Inoma on March 06, 192002 at 02:41:39:

In Reply to: Re: Portuguese>English translators posted by Christopher Magana on March 03, 192002 at 19:12:53:

Estádio da Luz
o Gigante de betão

Já falta pouco para fazer 50 anos.
O Estádio da Luz tem actualmente capacidade para 78 mil espectadores, devido à instalação de cadeiras e de outros melhoramentos. Aquando da inauguração, em 1954, a Luz tinha 50 mil lugares. A partir da construção do Terceiro Anel, em 1960, passou a ter cerca de 80 mil lugares. Com a conclusão do Terceiro Anel em 1985, o Estádio da Luz fica com capacidade para 120 mil espectadores, tornando-se assim o maior estádio da Europa e o 3º maior do Mundo.
Este site simboliza a minha admiração por este Gigante de betão.
Carregue nas fotos para as ver aumentadas 1ª parte do site 2ª parte Hino e videos históricos

15 Junho de 1953 - Romaria em Carnide, com uma multidão entusiasta e vibrante a festejar o princípio das obras no estádio do Benfica.
1954 Este ano particularmente importante para o Benfica termina com a inauguração do Estádio da Luz, também conhecido por Estádio de Carnide. Foi 1 de Dezembro de 1954 e ficaria como a grande vitória do presidente Joaquim Bogalho, o «homem do estádio», cuja força de vontade bastaria para consumar um sonho.
Joaquim Ferreira Bogalho, presidente do Benfica entre 1952 e 1957
Carregue aqui para saber mais sobre este grande Benfiquista



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As obras de construção



A inauguração do Estádio do Sport Lisboa e Benfica.
A relevância do acontecimento e o seu significado no histórico do clube exigem que sobre ele falemos com maior desenvolvimento.
A vida do Benfica, até à data da inauguração do novo estádio, foi sempre marcada pela instabilidade e pela precariedade.
Clube popular por excelência, o Benfica sempre se confrontou com difíceis problemas financeiros. E desde muito cedo se habituou a contar com as suas próprias forças, ou seja, com a disponibilidade dos seus dirigentes e da grande maioria dos seus adeptos.
Nas primeiras décadas de vida, foram muitos os momentos de desânimo em que se chegou a temer pela sobrevivência do clube. Para alguns estudiosos deste fenómeno, a circunstância de o Benfica ter enfrentado tais dificuldades, sobretudo no que respeita à falta de infraestruturas à altura do seu prestígio e dimensão e do seu progressivo peso na sociedade portuguesa, terá muito a ver com o facto de não se ter deixado atrair por influências políticas, nem pela simpatia de certas personalidades, sempre prontas a negociar favores e benesses de toda a espécie.
Seja como fôr, a independência do clube relativamente aos poderes instituídos, característica de uma forma de estar que o tempo viria a confirmar, obrigaram-no, até 1954, a "andar de casa às costas". E até se fixar nas Amoreiras, cumpriu uma autêntica via sacra, passando sucessivamente das Salésias para a Feiteira, daqui para Sete Rios e, por fim, de Sete Rios de novo para Benfica (Avenida Gomes Pereira).
A construção da auto-estrada do Estádio, uma das prioridades do então Ministro das Obras Públicas, Eng. Duarte Pacheco, acabaria por confinar a escassos 15 anos a utilização do recinto das Amoreiras.
Mais uma vez o BENFICA, sucumbia aos planos de desenvolvimento urbanístico da cidade, sendo obrigado a transferir-se para o Campo Grande, no dia 5 de Outubro de 1949, de onde só sairia paro o seu novo estádio, o Estádio do Sport Lisboa e Benfica, "poiso da águia" há quase meio século.
A edificação do Estádio foi uma obra colectiva por excelência e um verdadeiro hino às virtudes da solidariedade e da entreajuda. Sob a direcção do então presidente Joaquim Ferreira Bogalho, e a par do incansável trabalho de uma comissão onde se integravam figuras como Agostinho Paula, António Costa e Sousa, António Adão, António Campos Vieira, Augusto Rodrigues, Carlos de Almeida, Francisco Retorta, Dr. João Ferreira da Costa, José Ricardo Domingues Júnior, Justino Pinheiro Machado, Manuel de Almeida Oliveira e Dr. Manuel Paulino Gomes Júnior, já falecidos na sua grande maioria, raros foram os sócios e simpatizantes que se furtaram de dar o seu apoio, em géneros ou em horas de trabalho, à mais empolgante iniciativa alguma vez lançada pelo clube.
"Pude avaliar a grandeza dessa epopeia gigantesca da grande família que quer construir o seu lar. Vi como o operário modesto se esquecia das suas próprias necessidades para ir largar o seu óbolo com a alma a transbordar de ternura. Encontrei-me muitas vezes com a pele tensa a ouvir o grito Ben-fi-ca! Ben-fi-ca! Ben-fi-ca!" escreveu, a propósito, o jornalista Vítor Santos no jornal do clube.
Na ocasião, o Chefe de Estado condecorou com a Medalha de Mérito Desportivo o Sport Lisboa e Benfica, apondo as respectivas insígnias no estandarte do clube. O desafio inaugural disputou-se entre o Benfica e o FC Porto, que saiu vencedor por 3-1. Mais, curiosidade, o primeiro golo portista na Luz foi marcado pelo defesa do Benfica, Jacinto, aos 5m na própria baliza. Em 8 de Dezembro, ainda no programa das comemorações, apresentou-se na Luz o Real Madrid, onde alinhava o célebre Di Stéfano, e ganhou ao Benfica por 2-0.
Texto do Diário de Notícias Um tocante texto de Leonor Pinhão
carregue aqui para ver o texto de A BOLA
Joaquim Bogalho cumprimenta Alfredo Di Stefano, capitão do Real Madrid
Dia da inauguração

9 de Junho de 1958 -Inauguração da Iluminação no Estádio da Luz
1955 - Águia de granito em frente ao Estádio
Em 5 de Outubro de 1960 foi inaugurado o 3º anel do Estádio. O Estádio cresce. Ele foi assim entre 1960 e 1985

Terceiro anel: "o inferno da Luz"
A direcção de Maurício Vieira de Brito não descurava a progressiva melhoria das instalações do clube e, após a inauguração da iluminação do Estádio, foi aberto aos adeptos o famoso "terceiro anel". A nova bancada cedo se transformou na ilustração viva do carisma e da paixão que, desde então, se associam à "catedral" benfiquista.
Como alguém escreveu com propriedade, o "terceiro anel" cedo foi visto como a "sagração de uma solidariedade", como o resultado de um esforço colectivo de uma geração de benfiquistas, à imagem da própria construção do Estádio. O novo "terceiro anel" funcionou sempre com uma espécie de décimo segundo jogador, um elemento que se viria a tornar decisivo em muitas e importantes vitórias do futebol benfiquista pelos tempos fora.
O causídico e antigo dirigente do clube, Alfredo Gaspar, descreveu no "Público" essa mística associada ao "inferno da Luz": "Era muito bonito, porque se choravam lágrimas de alegria, mas quem pegasse nelas e as atirasse ao ar, via que se transformavam no céu em pequeninas estrelas brilhantes. Nesses momentos, os atletas do clube eram sublimes".

2ª PARTE DO SITE Livro de Visitas

"please can you transelare" Traduzir se faz favor de Portugues para Engles.

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